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Jorge Eiró
Em Benfica, Eiró revisita uma paisagem afetiva: o bairro ribeirinho às margens do Guamá, entre a cidade e a floresta. A plataforma de madeira — presença recorrente em sua obra — surge aqui como ponto de contemplação e pausa. O céu, em faixas horizontais de intensa vibração, cria uma atmosfera de suspensão, como se o tempo tivesse parado só ali, só naquela margem. A floresta ao fundo delimita o campo visível e o mistério que o transcende. Esta obra não é apenas paisagem: é um poema visual sobre raízes, silêncios e a beleza serena do cotidiano amazônico.
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