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A Amazônia que a Pupti revela é feita de curvas de rio, de barro gravado e de fios tecidos pela memória de povos que transformaram matéria e cosmologia em linguagem visual — das cerâmicas marajoaras às gravuras rupestres, passando por técnicas que sobreviveram milênios e hoje chegam até nossas mãos com a mesma capacidade de encantar e instruir; essa ancestralidade artística, combinada à singularidade dos materiais locais — pigmentos, fibras, argilas e sementes que não se repetem em outros territórios — constitui a base de um repertório estético raro, cujo valor cultural e ambiental ultrapassa fronteiras.

Ao olhar para a região amazônica e seu passado, vemos também o legado urbano do ciclo da borracha e a Belle Époque Amazônica: uma camada histórica que deixou acervos, coleções e arquiteturas, lembrando que a região já foi palco de diálogos globais entre produção, estética e mercados.

Hoje, em um novo momento de atenção internacional marcado por eventos de grande alcance, a Amazônia reaparece como polo de tendências sustentáveis, laboratório de novas economias e fonte de materiais nobres para objetos que aliam técnica, origem e significado.

Essa visão se funde com a história dos fundadores da Pupti — uma família cuja trajetória atravessou geografia e tempo, marcada por mobilidade, encontros culturais e espírito empreendedor — e que aprendeu a reconhecer, com rigor e sensibilidade, o que faz uma peça ser ao mesmo tempo bela e imprescindível: procedência documentada, autoria clara e relação ética com quem produz.

Nasceu assim, em 2019, um projeto que teve raízes acadêmicas — estudos, TCC, imersões em comunidades, pesquisa etnográfica e confrontos diretos com o ofício — e que se estruturou em prática: curadorias que escolhem com critério, documentação que assegura a origem, edição limitada quando o processo assim exige, e modelos comerciais que devolvem valor às cadeias produtivas.

A Pupti não oferta exotismo; apresenta histórias; não busca volume, mas sim rigor: fichas técnicas, registros visuais, acordos de remuneração justa e programas de capacitação que mantêm saberes vivos. Ao transformar objeto em documento e mercado em mecanismo de continuidade, a casa propõe uma experiência de compra que é também um ato de preservação — uma escolha consciente onde a beleza é sustentada por transparência, e o desejo é nutrido pela certeza de impacto real.

É essa confluência — entre a grandeza milenar da região, a materialidade singular que a define, a sensibilidade geracional dos seus criadores e a metodologia curatorial que praticamos — que faz com que cada peça Pupti convoque pertencimento: quem a adquire leva mais do que um objeto; passa a integrar uma cadeia de cuidado, história e futuro.

Venha conhecer as coleções, encontrar peças que falam de lugar e tempo, e participar de uma curadoria que transforma admiração em legado.
O que nos move, orienta e define nossa identidade
Preservar e projetar os saberes e a arte da Amazônia no circuito cultural e de mercado, unindo curadoria rigorosa, consultoria estratégica (Art Advisory) e espaços de fruição (galeria e experiências). Fazemos isso certificando procedência, remunerando quem produz e traduzindo tradição em projetos, coleções e ambientações que respondem a exigências estéticas, técnicas e éticas.
Ser reconhecida internacionalmente como a referência que liga tradição e contemporaneidade — uma casa que articula narrativa curatorial, aconselhamento de colecionadores/investidores e plataformas de mercado para que a arte amazônica ocupe seu lugar de destaque em coleções, residências e instituições de alto padrão.



