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Francelino Mesquita
Suspensa no ar, a cuia cortada lembra penas ou asas fragmentadas. A leveza da forma contrasta com o peso simbólico do título: a arara azul, exuberância amazônica em risco. A obra oscila, como a existência da própria ave, entre permanência e desaparecimento. Para Marcos Rego, esta peça traduz o clamor da criação — a urgência de proteger o que ainda canta, voa e colore a floresta. Material: Cuia pitinga Dimensões: 23 x 19 x 19 cm Técnica: Escultura tipo móbile Ano de Produção: 2023 Tiragem: Única
Dimensões
23 x 19 x 19 cm
Ano de produção
2023
Técnica
Escultura
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