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Geraldo Teixeira
Uma obra que remete às tecelagens geométricas dos povos originários, mas também à arquitetura do inconsciente. Aqui, o artista organiza o caos por meio de repetições que ora acolhem, ora inquietam. As linhas escorrem como se a estrutura estivesse em processo de dissolução, provocando o espectador a perceber que sob toda lógica habita um desejo primal. O olhar reconhece aqui a estética da engenharia sutil da Amazônia, Dimensões: 80x80 cm Técnica: Acrílica s/ tela Tiragem: Única
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