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Paulo Azevedo
Nesta composição terrosa e profunda, Azevedo nos apresenta um fragmento do tempo que não passou. As cores remetem às paredes de casas de barro, às cicatrizes da madeira, à pele do rio ao entardecer. Há um equilíbrio entre desintegração e beleza, entre ruína e permanência. A obra ecoa os silêncios da floresta e fala aos que sabem escutar o que não se grita. É uma representação visual da excelência discreta, daquilo que permanece firme mesmo diante do tempo e da ausência. Dimensões: 120 x 200 cm Técnica: Mista s/ tela Ano de Produção: 2025
Dimensões
120 x 200 cm
Ano de produção
2025
Técnica
Técnica mista
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